Saúde

 

ARTIGO 1: Principais Doenças na Terceira IdadeTerceira

ARTIGO 2: Hospital Márcio Cunha (HMC)

ARTIGO 3: Mudança implica em ruptura e começa a partir da sociedade

ARTIGO 4: Aposentados e pensionistas discutem qualidade de vida

ARTIGO 5: Plantas que previnem o envelhecimento

ARTIGO 6: Como são as dietas de moda e por que não funcionam?

ARTIGO 7: Saúde - 20 conselhos por Harvard e Cambridge

 

Caminhe:

 

  • De 3 a 5 vezes na semana: nNo mínimo 20 minutos sem sentir-se ofegante. Vista roupas leves, claras, chapéu e óculos escuros. Calce um tênis. Proteja sua pele com filtro solor;

  • Não caminhe no sol entre 10 horas e 16 horas. Hidrate-se, beba bastante água;

  • Procure caminhar com uma boa companhia e de bem com a vida;

  • Procure locais agradáveis e seguros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Segundo o Ministério da Saúde as doenças mais comuns apresentadas por idosos são:

 


Doenças Cardiovasculares: Infarto, Angina, Insuficiência Cardíaca
Fatores de risco: Pouca atividade física (sedentarismo), fumo, diabetes, alta taxa de gordura no sangue (colesterol) e obesidade (gordura). 
Sintomas: Falta de ar, dor no peito, inchaço, palpitações.
Prevenção: Praticar atividade física de forma sistemática, não fumar e controlar o peso, colesterol e a diabetes.

Derrames (Acidente Vascular Cerebral - AVC) 
Fatores de risco: Pressão alta (hipertensão arterial), fumo, sedentarismo, obesidade e colesterol elevado.
Sintomas: Tontura, desmaio paralisia súbita.
Prevenção: Praticar atividade física de forma regular e sistemática, não fumar, controla a pressão arterial, peso e o colesterol

Câncer
Fatores de risco: Fumo, exposição ao sol, alimentação inadequada, obesidade, casos na família, alcoolismo.
Sintomas: Depende do tipo de Câncer, um dos sintomas mais comuns e o emagrecimento inexplicável
Prevenção: Consultar o médico pelo menos uma vez por ano para fazer exames preventivos, evitar exposição ao sol em excesso e não fumar.

Pneumonia
Fatores de Risco: Gripe, enfizema e bronquite anteriores, alcoolismo e imobilização na cama
Sintomas: Febre, dor ao respirar, escarro, tosse.
Prevenção: Praticar atividade física de forma regular e sistemática,  boa alimentação, vacinação contra gripe e pneumonia.  

Enfizema e Bronquite Crônica
Fatores de Risco: Fumo, casos na família, poluição excessiva.
Sintomas: Tosse, falta de ar e escarro.
Prevenção: Para de fumar, manter a casa ventilada e aberta ao sol

Infecção urinária
Fatores de Risco: Retenção urinária no homem e na mulher a incontinência urinária.
Sintomas: Ardor ao urinar e vontade freqüente de urinar.
Prevenção: Consultar um médico e tratar a infecção e sua causa.

Diabetes
Fatores de Risco: Obesidade, sedentarismo, casos na família
Sintomas: Muita sede e aumento no volume de urina.
Prevenção: Controlar o peso e a taxa de açúcar no sangue.

Osteoporose
Fatores de Risco: Fumo, sedentarismo, dieta pobre em cálcio, nas mulheres o risco é 7 vezes maior.
Sintomas: Não há sintomas, em geral, é descoberta pelas complicações (fraturas).
Prevenção: Praticar atividade física de forma regular e sistemática, não fumar, comer alimentos ricos em cálcio

Osteartrose
Fatores de Risco: Obesidade, traumatismo, casos na família.
Sintomas: Dores nas juntas de sustentação (joelho, tornojelo e coluna), e na mãos 
Prevenção: Controlar  o peso e praticar atividades física adequada. 

Não fuja do Médico!!! 

O Ministério da Saúde recomenda que os idosos façam  visitas pelo menos uma vez por ano ao médico e realize exames e utilizem vacinas como forma preventiva de identificar e combater as doenças em sua fase inicial facilitando o tratamento e a proteção da saúde.

Vacinas:
Tetano -  a cada 10 anos.
Gripe -  anualmente.
Pneumonia -  a cada 05 anos.

Exames:
Aferir a pressão arterial - anualmente. 
Coleterol Sangüíneo - anualmente.
Glicemia - anualmente.
Pressão ocular - anualmente.
Urina - anualmente.
Ginecológico (feminino) - anualmente.
Próstata (masculino) - anualmente.

Fonte: Ministério da Saúde

 

 

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Hospital Márcio Cunha (HMC), de Ipatinga (MG), ligado à Usiminas, inaugurou uma nova unidade com investimentos da ordem de R$ 50 milhões. Com a expansão, o HMC, que oferece as principais especialidades médicas, amplia seu atendimento em mais 132 leitos, além dos 400 já existentes. A nova unidade vai atender a área de média complexidade incluindo internação hospitalar nas clínicas médica e cirúrgica de adultos, amplia o atendimento ao Usisaúde (plano de saúde da Usiminas) e de outros convênios.

Segundo o diretor do HMC, José Carlos de Carvalho Gallinari, foram aplicados R$ 25 milhões na Unidade I para a aquisição de novos equipamentos como tomografia computadorizada, serviço de ressonância magnética, implantação de serviço de hemodinâmica, ampliação do Centro Cirúrgico com unidade de recuperação pós anestésica além de dobrar para 20 o número de leitos da UTI. Também foi implantado um serviço de nutrição e dietética e modernizadas as áreas de lavanderia e central de material de esterilização. “Estes serviços já estão disponíveis aos usuários do Sistema Usiminas, Usisaúde, Convênios do HMC e clientes particulares”, destaca o diretor. Em torno de 70% do atendimento do hospital é pelo SUS mas os leitos serão reordenados para ampliar o número de apartamentos voltados aos convênios, diz Gallinari. Para dar suporte ao atendimento de Alta Complexidade Cardiovascular, o Márcio Cunha assinou uma parceria técnica com o Incor/Fundação Zerbini.

Já a Unidade II do Hospital Márcio Cunha ocupa um terreno de 54 mil metros quadrados, sendo 7,4 mil metros quadrados de área construída. Conta com 132 leitos, centro cirúrgico com quatro salas de cirurgia e Recuperação Pós-Anestésica (RPA), Hospital Dia, Serviço Auxiliar Diagnóstico e Tratamento (patologia clínica, registros gráficos, diagnósticos por imagem e endoscopia digestiva).

Atualmente, o HMC conta com 400 leitos de internação, distribuídos em seis pavimentos, um pronto-socorro com atendimento 24 horas, centro cirúrgico, centro obstétrico, serviços de apoio ao diagnóstico e tratamento, UTI Adulto e Neonatal/Pediátrica, Centro de Terapia Renal e Substitutiva, Hemoterapia e consultórios médicos. O hospital participa também do Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar (PNHAH), do Ministério da Saúde. O Márcio Cunha conta com 167 médicos em seu corpo clínico, distribuídos em 30 especialidades médicas.

No mês passado a Fundação São Francisco Xavier entregou à Secretaria Municipal de Saúde de Ipatinga a documentação para o credenciamento como Unidade de Assistência em Alta Complexidade Cardiovascular para poder realizar Cirurgias Cardiovascular e Vascular e procedimentos da cardiologia intervencionista. Com este credenciamento, o HMC poderá oferecer também à comunidade estes atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), transformando Ipatinga em uma das poucas cidades do interior de Minas a ter este tipo de atendimento vinculado ao SUS.

O HMC é considerado pelo Ministério da Saúde estratégico no âmbito do SUS e já está credenciado como Centro de Alta Complexidade em Oncologia. Além disso, é considerado pela Secretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais referência no atendimento de urgência e emergência, de gestantes de alto-risco, de transplantes renais e procedimentos de diálise, na implantação de marca-passo cardíaco, na neurocirurgia e no atendimento em Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) para adultos. Possui credenciamento do Ministério da Educação para residência médica em cirurgia geral, radiologia, pediatria, ginecologia, clínica médica e obstetrícia. O Hospital Márcio Cunha, mantido pela Fundação São Francisco Xavier, entidade do Sistema Usiminas, é uma organização de assistência à saúde na região do Leste Mineiro. Fundado em 1965, é referência para uma região de 21 municípios, abrangendo uma população de cerca de 600 mil habitantes .

Considerado um dos mais modernos e bem equipados de Minas Gerais, o Márcio Cunha foi o primeiro hospital do Brasil a receber o certificado de Acreditação Hospitalar “Acreditado com Excelência em Nível 3”, concedido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), através da auditoria realizada pela Det Norske Veritas – DNV, em julho de 2003. Neste ano, o instituto concedeu ao HMC a recomendação para a manutenção de sua Acreditação – a mais alta na escala da ONA.

Para receber a certificação, os auditores checaram quesitos como Liderança e Administração (Direção, Administração, Garantia da Qualidade), Serviços Profissionais e Organização da Assistência (Corpo Clínico, Enfermagem), Serviços de Atenção ao Paciente/Cliente (Internação, Referência e Contra-Referência, Atendimento Ambulatorial, Emergência, Centro Cirúrgico, Anestesiologia, Obstetrícia, Neonatologia, Tratamento Intensivo, Hemoterapia).

Além da Acreditação, o Márcio Cunha assinou um convênio com a Secretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais para prestar assessoria de gestão hospitalar para o Hospital Municipal e o Hospital Evangélico de Governador Valadares e para a Associação Hospitalar Santa Rosália e o Hospital Municipal Raimundo Gobira, de Teófilo Otoni (MG).

A Usiminas, é ligada a Fundação São Francisco Xavier, é referência médico-hospitalar para mais de 20 municípios e que atende a uma população de cerca de 600 mil pessoas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mudança implica em ruptura e começa a partir da sociedade

 

por Clarissa Mazarotto

É prática corriqueira nas grandes empresas do País ao demitir funcionários ou lhes impor o Plano de Demissão Voluntária — vulgo PDV — "oferecer" mais alguns meses no plano de saúde do qual até então desfrutavam, o que também se aplica para os aposentados.

O trabalhador, sem alternativa e iludido, acredita que a oferta do plano de saúde, em tais circunstâncias, é verdadeiro prêmio ante as dificuldades que enfrentará fora do mercado de trabalho e, por conta disto, o aceita com gratidão.

Muitos trabalhadores, inclusive, ao se depararem com as pressões para adesão ao Plano de Demissão Voluntária — PDV (que, aliás, de voluntário só tem o nome), colocam a oferta de desfrute do plano por mais algum tempo como condição primeira para tomar a decisão e aceitar a proposta.

Para os aposentados, cujo plano de saúde é imprescindível, aceitar a oferta de dispensa mediante o ganho de mais alguns meses de plano de saúde é, na realidade, irrecusável. Até porque, estando desempregado, qualquer benefício interessa.

Tudo isso talvez fosse irrelevante se a agregação aos convênios, seguros e planos de saúde não tivesse se tornado, em verdade, bem de primeira necessidade na sociedade brasileira. Aqui, infelizmente, ter um plano de saúde é questão de sobrevivência, porque são poucas e raras as exceções de atendimento público que geram confiança na população.

Diariamente lemos notícias de desmandos, descaso, abuso, negligência e omissão de socorro no atendimento à população nos hospitais públicos brasileiros. Até por isto o trabalhador deve saber que a oferta de plano de saúde após a demissão ou aposentadoria não é um presente, é um direito muito mais extenso do que normalmente se lhe apresenta.

Em muitos casos, visando afastar demandas judiciais, evitar questionamentos sobre o tema e fazer correr os prazos prescricionais de forma desavisada, as empregadoras e os planos de saúde oferecem o 'presente', de grego, aos demitidos e aposentados por prazos menores e em condições menos favoráveis do que a lei determina.

Assim, embebidos na sensação de satisfação que um prêmio é capaz de proporcionar, os interessados deixam o tempo passar e nada questionam.

Mas a Lei 9.656/98 que, em seu bojo, determina a aplicação do Código de Defesa do Consumidor, é clara quando dispõe que:

1) ao aposentado que tiver contribuído por mais de 10 (dez) anos para o mesmo plano de saúde mediante desconto em seus rendimentos, portanto em decorrência do emprego, é assegurada, após sua dispensa, a manutenção pelo resto da vida na cobertura que possuía desde que assuma o pagamento da cota parte que lhe era descontada mais eventual valor que a empresa complementasse em favor do plano;

2) ao ex-empregado que tiver sido dispensado e que tenha contribuído para o plano mediante desconto em seus rendimentos, portanto em decorrência do emprego, é assegurada a manutenção pelo prazo mínimo de 06 meses e máximo de 24 meses, desde que assuma o pagamento da cota parte que lhe era descontada mais eventual valor que a empresa complementasse em favor do plano;

O aposentado que tiver permanecido menos de 10 (dez) anos no plano tem direito a um ano de permanência para cada ano de contribuição e o ex-empregado, dentro do limite indicado no item 2 supra, tem direito a permanecer o equivalente a 1/3 do prazo de contribuição.

Evidentemente, estão fora destas hipóteses os empregados demitidos por justa causa.

Importa salientar que, no mais das vezes, a parcela que a empresa paga ao plano de saúde é muito pequena e somada ao valor descontado dos empregados permitirá o desfrute do benefício por valores muito mais vantajosos do que os apresentados no mercado.

Nem se diga, inclusive, que tais benesses, principalmente para os aposentados, permitem a preservação de carências já cumpridas, a utilização dos mesmos médicos e hospitais até então visitados, sem falar que nenhum aposentado brasileiro tem condições de pagar o que atualmente um convênio médico exige para pessoas de sua faixa etária.

Tudo isto tem sido alvo de discussão judicial e, a maioria dos julgadores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, bem como os de 1ª instância, felizmente, entende pela concessão dos direitos em questão, favorecendo os consumidores de planos de saúde, já cansados de tanto desrespeito e desprestígio por parte das operadoras.

É claro que a briga não é fácil. As operadoras e seguradoras de saúde, com o poder econômico que lhes alberga, resistem a toda demanda judicial ajuizada e, de forma surpreendente, recusam-se a aplicar o que a lei informa de maneira inequívoca e inconteste.

Mas, o consumidor não deve desistir e, até mesmo para que a mentalidade das operadoras brasileira seja modificada a fim de respeitar os direitos que lhe são inerentes, deve buscar sua permanência nos referidos planos e insistir para ser respeitado.

Qualquer mudança implica em ruptura e só começará com atitude e posicionamento da sociedade na exigência de seus direitos.

Revista Consultor Jurídico, 27 de julho de 2006

 

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Aposentados e pensionistas discutem qualidade de vida

 

A situação do aposentado no Brasil foi o tema do II Encontro de Integração promovido para aposentados e pensionistas, no início de abril, pelo Departamento de Aposentados e Pensionistas (DAP), do Sindicato dos Trabalhadores Técnico- Administrativos da Unifesp (Sinfepam).

O assessor jurídico do Sinfepam, Aparecido Inácio, falou dos tipos de aposentadoria: por tempo de serviço, por idade e por invalidez. De acordo com o assessor jurídico, as principais ameaças previstas pelo governo são o nivelamento dos proventos da aposentadoria, reduzindo os valores pagos a três salários mínimos; criação de um redutor a médio prazo; e o fim da isonomia (que poderia interromper também a obrigatoriedade da remuneração vinculada aos benefícios da ativa).

O reitor Hélio Egydio Nogueira concordou com o sindicalista Jair Pereira dos Santos, que afirmou que a situação do aposentado e do pensionista requer muita luta e organização.

Para o diretor superintendente do Hospital São Paulo (HSP), José Roberto Ferraro, "nos preocupamos com o nosso futuro e precisamos brigar por nossas idéias de forma organizada".

Tai chi chuan

Durante o encontro foi realizada a mesa-redonda que abordou o tema Enfrentando o desafio: envelhecer de bem com a vida.

Geriatras, psiquiatras, ortopedistas e nutricionistas foram unânimes em enfatizar a necessidade de o idoso dispensar atenção à alimentação, ao lazer e às atividades físicas.

Nadir Nogueira, diretora da Escola de Artes, Ofícios e Computação, disse que o idoso "deve andar, passear, visitar os amigos e ler jornais e revistas para manter a mente aberta e atualizada".

Como exemplo de que exercícios devem ser praticados por todos, os professores Hudson Teixeira Jr. e Jeanne de Freitas realizaram demonstrações de tai chi chuan e de ginástica.

Benefícios que a universidade dá a aposentados e pensionistas

1 Vale-transporte para menores de 65 anos desenvolverem atividades da Unifesp;

2  vacinas contra gripe e pneumonia;

3  atendimento odontológico com 50% de desconto;

4  transporte para passeios culturais e de lazer da Unifesp; aulas de ginástica, de tai chi chuan e de alfabetização; artesanato; corte e costura;

5  concessão de bolsas de estudo, reuniões semanais com temas livres com a assistente social da Psiquiatria

6  distribuição do kit higiene, escolar, de Páscoa e da cesta de natal.

Está em andamento um projeto que visa criar uma central de atendimento em que o aposentado possa, de maneira remunerada, aplicar seus conhecimentos, como fazer curativos ou aplicar medicação. Nesse caso, seriam feitas visitas domiciliares, após treinamento dos voluntários.

 

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Plantas que previnem o envelhecimento

 

            Os organismos precisam de auxílio externo, proporcionado pelas vitaminas, principalmente as A, C e E, os flavonóides, os carotenos e pelos minerais como o selênio e o germânio, por exemplo. Estes elementos são obtidos via alimentação, como preceituam a medicina naturalista, a trofoterapia, a medicina ortomolecular e a itoterapia,
já que as plantas são as grandes fontes destas substâncias.

 

Vitamina A - Contém nas plantas alfafa, Alcachofra, abacateiro, urucum trigo(gérmen). O abacateiro, o alho o sabugueiro, a malva, a fáfia, as urtigas, o dente-de-leão a videira o albicoco e as algas têm vitamina A.

Vitamina C - Também conhecida como ácido ascórbico é indispensável à manutensão das cartilagens, dentes, veias, artérias e capilares. Atua beneficamente nas glândulas e na pele, pigmentando-a; Acha-se presente na alfafa, rosas, agrimônia, urucum arborea cavalinha, alecrim babosa, bétula, mastruço, camomilas, castanhada- índia, e do Pará, hibiscus, losnas, dróseras, malva, hortelã-pimenta, cavalinha, ginseng coreano, tília, algas e muitas ervas usadas como alimentos.

Vitamina E - Exerce, junto com a vitamina A, importante ação antioxidante. Entre muitas outras ações retarda o envelhecimento por nos proteger da poluição do ar. Alfafa, abacateiro, trigo, castanha-do-pará, algas, agrião. As castanha-do-pará e de caju, nozes e pistache são recursos a serem usados em sua falta.

Germânio - Estudos há pouco realizados indicam o seu componente orgânico Ge-132, como estimulante da imunidade e da destruição de radicais livres. Russos o estudam como antitumorais. Ginseng coreano, babosa (Aloe vera L) e alho (Allium sativum L) são plantas medicinais que o fornecem.

Selênio - O selênio é antioxidante que reduz a oxidação de pontes sulfídricas das proteinas e na desnaturação do colágeno. É tido como notável protetor do coração. Alho, cebola, cogumelo, levedura de cerveja, castanha-do-pará, alguns cereais integrais, são as principais fontes fitoterápicas. Além das plantas antioxidantes, citamos o arroz integral que tem radical anti hidroxila e antiradical superóxido; o boldo e o açafrão que bloqueiam a peroxidação lipídica.

FONTE: APSE

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Como são as dietas de moda e por que não funcionam?

 

 

A seguir você encontrará uma lista comentada sobre as principais “dietas da moda”, com ênfase no por quê tais dietas não são a solução para o problema do peso.
 
A Dieta do Dr. Atkins.
 
Foi criada no Estados Unidos pelo médico Robert Atkins na década de 70, voltando a fazer sucesso recentemente. Esta dieta consiste em estimular o consumo de alimentos ricos em proteína e gorduras, retirando deste modo quase todo os carbohidratos da alimentação.
Apesar da perda de peso rápida, as pessoas o recuperam geralmente mais rápido ainda, pois não conseguem manter este comportamento alimentar por muito tempo, voltando aos maus hábitos alimentares anteriores aos tratamentos. Como o consumo de gorduras foi estimulado, muitas vezes o hábito alimentar torna-se ainda pior.
 
A Dieta das Proteínas.
 
Variante da Dieta do Dr. Atkins, que esteve na moda durante os anos 70, tem o grande inconveniente de estimular o consumo de gorduras, presente em grande quantidade em diversos alimentos ricos em proteínas, como carnes vermelhas, bacon, ovos e frios (presunto, queijo, salame), além de condenar o consumo de alimentos ricos em carbohidratos, como pães, grãos e massas. Já o consumo de frutas e verduras fica restrito a pequenas porções por dia.
O alto consumo de alimentos ricos em proteína animal pode levar a um aumento importante nos níveis de colesterol e triglicérides. Este aumento do colesterol, por sua vez, pode levar a um aumento na formação das placas de gordura nas paredes dos vasos sanguíneos, predispondo a pessoa a diversas doenças, como o infarto agudo do miocárdio e o acidente vascular cerebral (“derrame”).
 
Além disso, esta grande quantidade de proteína ingerida poderá levar a alterações na função do fígado e dos rins. Tais órgãos são os responsáveis pela metabolização das substâncias e terão que “trabalhar dobrado” para eliminar o excesso de proteína consumido. Deve-se também lembrar que a pequena ingesta de fibras que ocorre nesta dieta, pode levar a uma alteração no funcionamento do intestino, diminuindo a velocidade de formação do bolo fecal e aumentando o contato de substância carcinogênicas (que podem levar ao aparecimento de câncer) com a parede do intestino.
 
Já existem também estudos comprovando que os carboidratos são os principais responsáveis pelo controle da saciedade. A redução da ingesta de carboidratos pode levar a alterações na regulação do mecanismo de saciedade a nível cerebral. A falta de alimentos ricos em carboidratos também pode levar à compulsão alimentar, que vai dificultar ainda mais o processo de emagrecimento.
 
Proteínas são fundamentais para uma alimentação saudável, mas devem limitar-se a apenas 15 a 20% do total de calorias ingerido. Não se deve deixar de consumir frutas, legumes e verduras em quantidades adequadas, porque estes alimentos possuem quantidades necessárias de vitaminas e minerais.
 
A Dieta de Bervelly Hills.
 
Criada pela americana Judy Mazel, esta dieta baseia-se no estimulo ao consumo apenas de um tipo de fruta por dia, no período de 15 dias.
 
Esta dieta, além de desequilibrada, sem nenhuma base de conhecimentos científicos, pode levar a carências de todos os tipos de nutrientes (proteínas, vitaminas, sais minerais, etc), causando vários problemas de saúde. A quase completa ausência de proteínas faz com que a pessoa perca não somente tecido gorduroso, mas também tecido muscular, o que é muito prejudicial. É o gasto energético do tecido muscular um dos principais responsáveis pelo gasto de energia do nosso corpo, facilitando a queima de gordura. Se o corpo perde músculo, a pessoa terá uma dificuldade cada vez maior para emagrecer.
 
A Dieta da Sopa .
 
Esta dieta estimula o consumo de um tipo de sopa, preparada com alguns tipos de legumes, por 1 semana. Pode-se chegar a perder até 4kg em uma semana.
 
Esta dieta não pode ser considerada saudável, pois não é nutricionalmente completa. As sopas devem ser usadas como entrada de pratos principais ou substituir 1 única refeição por dia.
 
Não se deve, nem se consegue, manter está dieta por um tempo prolongado. Quando a pessoa voltar a se alimentar como antes poderá engordar rapidamente, porque dietas líquidas são muito pobres em calorias e em nutrientes e levam a diminuição do metabolismo (que são um conjunto de reações químicas que transformam a energia presente nos alimentos em energia disponível para exercermos nossas atividades). A falta de alguns nutrientes pode levar ao aparecimento de tonteiras e falta de disposição para a prática de atividades diárias.
 
Dieta da Lua.
 
Esta dieta adota o esquema de uma alimentação líquida (sopas, chás, sucos, etc), nos dias em que a lua muda de fase.
Não há nenhum fundamento cientifico que possa justificar este comportamento alimentar. A ingestão apenas de líquidos pode levar a deficiência de vários nutrientes e acarreta riscos para a saúde. Dietas deste tipo baseiam-se em períodos pré-definidos de tempo para impor severas restrições à alimentação de uma pessoa. Apesar de ser possível manter tais restrições no início, é impossível manter por um período longo de tempo. Ao interromper tais dietas, as pessoas voltam a se alimentar como antes e tem uma tendência a ganhar ainda mais peso do que tinham inicialmente (efeito sanfona ou iô-iô).
 

Volumetrics.

 
Esta dieta foi criada pela nutricionista Barbara Rolls. Ela baseia-se na elaboração de um cardápio de baixas calorias e com alimentos que tem alto poder de saciedade. Geralmente a pessoa ingere um total de 500 kcal por dia (uma pessoa normal ingere entre 2000 a 2500 kvcal/dia). Esta dieta é rica em fibras, frutas e vegetais, permitindo também o consumo de grãos massas e pães (exatamente o oposto da dieta das proteínas).
 
Deve-se ter um acompanhamento adequado com a nutricionista para evitar que o alto consumo de alimentos ricos em fibras não interfira na absorção de alguns nutrientes, principalmente os sais minerais. A falta de consumo de proteínas animais pode levar também a diminuição da quantidade de tecido muscular, ocasionando os problemas já citados acima.
 
A Dieta do Tipo Sangüíneo.
 
No livro A dieta do tipo sanguíneo, o médico americano Peter D’Adamo defende a existência de uma alimentação ideal para cada tipo de sangue (A, B, AB e O), sem levar em consideração o fator Rh negativo ou positivo. A dieta mostra os alimentos que reduzem ou aumentam o peso, partindo de uma avaliação histórica de cada tipo sanguíneo. O primeiro tipo sanguíneo da história seria o O, que representa os homens essencialmente carnívoros de 50 mil anos atrás. Assim, para pessoas com sangue do tido O, a carne vermelha é recomendada como um dos alimentos que facilitam a perda de peso. A dieta é mais uma novidade na esteira dos modismos e também não garante uma alimentação equilibrada. Na há qualquer evidência científica que justifique recomendações deste tipo.
 
A Dieta dos Exterminadores de Açúcar:
 
Criada por Médicos Americanos Autores do Livro Sugar Busters, esta dieta orienta pessoas a cortar o consumo de açúcar e de carboidratos de forma radical, com o objetivo de provocar diminuição da secreção de insulina e aumentar a “queima” de gordura.
 

Retirar o açúcar pode ser benéfico para promover perda de peso, mas a retirada total de alimentos fonte de carboidratos pode provocar sérios problemas de saúde. Os carbohidratos são os alimentos preferencias para fornecer energia para o corpo. A diminuição acentuada de carbohidratos pode aumentar a sensação de ansiedade e pode levar a compulsão alimentar.

 
Dietas com Shakes e kits para emagrecer :
 
Estas dietas estimulam a substituição de refeições por diversos tipos de “shakes” disponíveis no mercado geralmente sob a forma de kits.
 
Este método não é recomendado, porque além de ser monótono pode ocasionar sérias carências nutricionais. Os “shakes” não são alimentos criados com o objetivo de substituir uma refeição completa e, portanto, não contêm nutrientes em quantidade e qualidade suficiente. Por mais que uma pessoa goste de consumir tais produtos, ela não será capaz de manter tal alimentação por um tempo prolongado, pois logo estará enjoada. Ao interromper a utilização, ela tenderá a se alimentar como antes e retomará o ganho de peso.
 
O plano alimentar:
 
A literatura científica tem demonstrado resultados ruins com tratamentos fundamentados em dietas rígidas. Planos alimentares mais flexíveis têm produzido resultados muito melhores, com menor risco de compulsão alimentar e maior facilidade na manutenção de um peso saudável. Só através de um hábito alimentar equilibrado é possível manter-se em longo prazo o peso desejado.
 
Quais as principais diferenças entre as dietas tradicionais e o plano alimentar?
 
DIETA TRADICIONAL PLANO ALIMENTAR
 
Tem princípio e fim As mudanças são mantidas
Genérica e impessoal Individualizado
Impositiva Educativo
Rígida Flexível
Monótona e desestimulante Diversificado e versátil
Tendência à compulsão alimentar Não favorece a compulsão alimentar
Associada a sofrimento e fome Associado a bem estar e satisfação
Recuperação do peso e rebote Perda de peso sustentável
Maior perda de massa magra (músculo) Favorece manutenção de massa magra (músculo)
Privação de atividades sociais Compatível com qualquer atividade social
Medo de comer Prazer de comer
Incompatível com a rotina diária Adaptável à rotina diária

 

 

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SAÚDE!

 

20 conselhos vindos de pesquisas realizadas em Harvard e Cambridge

 

1- Um copo de suco de laranja diariamente para aumentar o ferro e repor a vitamina C.

2- Salpicar canela no café (mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue).

3- Trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral que tem quase 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco.

4- Mastigar os vegetais por mais tempo.
Isso aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina. E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo eles têm.

5- Adotar a regra dos 80%: servir-se menos 20% da comida que iria ingerir evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e infartos.

6- LARANJA - o futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão.

7- Fazer refeições coloridas como o arco-íris.  
Comer uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais.

8- Comer pizza.  
Isso mesmo! Mas escolha as de massa fininha. O Licopene, um antioxidante presente nos tomates, pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores. Ademais, o licopene é melhor absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas, como a pizza.

9- Limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente.
As escovas podem espalhar gripes e resfriados e outros germes. Sendo assim, recomenda-se lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes por semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças, quando devem ser mantidas separadas de outras escovas.

10- Realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória.
Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma ou alguma habilidade nova. Leia um livro e memorize parágrafos.

11- Usar fio dental e não mastigar chicletes.  
Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, pois têm os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos à sua idade biológica, porque remove as bactérias que atacam os dentes e o corpo.

12- Rir.  
Uma boa gargalhada é um 'mini-workout', um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida.  Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e os anticorpos.

13- Não descascar com antecipação.  
Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora em que forem consumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer.

14- Ligar para seus pais/parentes de vez em quando.  
Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantêm um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolvem hipertensão, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade temporã.

15- Desfrutar de uma xícara de chá.  
O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária dessa infusão diminui o risco de doenças coronárias.  Cientistas israelenses também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração.
16- ter um animal de estimação.  
As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas da Cambridge University.  Os mascotes fazem você se sentir otimista, relaxado, e isso baixa a pressão sanguínea. Os cães são os melhores, mas até um peixinho dourado pode causar um bom resultado.

17- Colocar tomate ou verdura frescas no sanduíche.  
Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School.

18- Reorganizar a geladeira.  
As verduras colocadas em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides, que todo vegetal tem, que combatem o câncer.  Por isso é melhor usar a área reservada a ela, aquela gaveta bem embaixo.

19- Comer como um passarinho.  
A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes.

20- E, por último, um “mix” de pequenas dicas para alongar a vida:  
- Comer chocolate.
Duas barras por semana estendem um ano a vida. O amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio.

- Pensar positivamente.  
Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas, que pegam gripes e resfriados mais facilmente.

- Ser sociável.  
Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família.

- Conhecer a si mesmo.  
Os verdadeiros crentes e aqueles que priorizam o 'ser' sobre o 'ter' têm 35% de probabilidade de viver mais tempo.

Não parece tão sacrificante, não é verdade? E, uma vez incorporados, esses conselhos facilmente se tornarão hábitos.

 

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